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sexta-feira, 13 de junho de 2014

EPITAFIO POLITICO - LIÇÃO DO DESAPARECIMENTO

O CASO EVALDO DA OPÇÃO

Este texto remonta a época em que Evaldo da Opção era secretario do governo Darci Lermen. Havia um caos na saúde publica de Parauapebas e este então político integro, honesto, trabalhador e exemplar,  ocupava um espaço partidário. Este seu partido não o defendeu, não analisou  - até onde sabemos ou percebemos, o desastre de se manter no poder, pelo poder, destruindo ano após ano, uma restil credibilidade que eles ainda gozavam. Acabou o PDT em Parauapebas. Seu vereador na câmara não  representa a força que poderiam ter na cidade, se soubessem fazer política, planejar, reestruturar e proteger suas lideranças populares. Adelson, sempre a perder todas as oportunidades que as massas lhe oferecem é irascível, não negociador, fechado. Evaldo, não negocia, não articula e queda cada vez mais num silencio que não lhe é próprio. Nesta campanha, espero que tenham a serenidade de boas escolhas e que pelo menos apresentem um plano de renovação, um novo discurso e novo posicionamento. Não há lideranças  pedessistas na urbe. É um texto antigo, mas retrata o réquiem de todos os políticos, lideres populares que desapareceram, ao trocar, investir seu capital político em exercício tolo de poder pelo poder. Em não ouvir ou contratar uma consultoria local como a EXCLUSIVA, profunda conhecedora das manias locais. Viva Parauapebas!

Sempre que Adelson for candidato a algo, apostamos nele. É uma possível liderança, se for guiado para as coisas e fatos que realmente interessam a Parauapebas. O partido preciso reconhecer esta possibilidade e apoiar a figura popular e com base eleitoral que é este jovem.


PREZADO EVALDO,

Há muito tempo não falamos. Nossa consideração foi parcialmente interrompida desde que assumiu esta secretaria. Procurei diversas vezes por sua atenção, na esperança de que você, me conhecendo, pudesse ter algo em que precisasse ser feito ou mesmo, pensando no seu projeto político, pudesse ajudá-lo nesta nova caminhada. Mas nada aconteceu e, com todo o respeito pela sua pessoa, pois conheço o homem integro e honrado que você é passo a analisar sua trajetória perguntando-me se ainda tens as mesmas pretensões que um dia me falou sobre Parauapebas, cidade que nós ajudamos a construir.

A secretaria de saúde, a despeito do poder econômico e das vantagens que naturalmente traz para um comerciante do seu porte é uma grande coisa e faz muita diferença. Sei bem disso.
Mas politicamente esta a cada dia escrevendo seu epitáfio político. A percepção da população que um dia poderia elegê-lo é que não entende de saúde (coro do vereador Faisal). Não sei se entende de saúde mas sei que você entende os acontecimentos em torno desta secretaria e das limitações estruturais e sistêmicas deste governo. Não esta a seu alcance fazer nada para mudar o estado de coisas. O jogo nunca vai virar favoravelmente a você, ocupando esta pasta neste governo. Esta relação de poder exige a renuncia de suas pretensões políticas após este governo. Você  é o secretario com a maior rejeição popular e com a população compreendendo o quão vitima você se tornou deste estado de coisas. Não se houve falar do secretario de saúde. Mas da situação da saúde todos falam e rejeitam. Todo o seu esforço tem sido em vão e agora, com a parada das obras do hospital municipal, que sempre achei uma bobagem ser feito desta maneira, tira qualquer possibilidade de mudança.

Sempre acreditei que você deveria aproveitar o cargo, mitigar o problema da saúde do município com meios alternativos e baratos e trabalhar sua imagem pública, investindo no consorcio intermunicipal de saúde com os municípios vizinhos e Belém. A saúde no pais inteiro é um caos. A sua missão seria trabalhar uma alternativa local, com pessoas que conhecem as especificidades locais. Eu tenho projetos para você apreciar, sabe como conheço bem esta cidade.

Mais três anos de governo e depois fazer o que? Voltar para a Opção, que esta crescendo visivelmente sem você, com sua cunhada falando abertamente que estão emprestando dinheiro para a Prefeitura? Ou voltando ao seu antigo sonho de ainda governar esta cidade?

É chegado o momento de decisão. Independente do momento político de 2010, com ou sem eleição, você precisa voltar a trabalhar sua imagem. Recompor seus projetos. Quem vai ser depois do PT? Quais são as novas lideranças que surgiram e podem realmente se apresentar a população?

Estes anos todos de poder evidenciaram mais suas limitações e exponenciaram sua forma de lidar com elas. O PT não permite crescimento de parceiros, houve um cerceamento público de sua imagem e você foi preterido. Não se percebe reativa, e você foi desaparecendo aos poucos. Hoje poucos lembram do Evaldo da Opção, uma empresa exemplar.

Seu partido nada realiza em prol do seu personagem. Dessa forma, mais três anos de poder, vão dizimar sua imagem política, você aos poucos vai deixando de ser político para se tornar um burocrata da saúde, incapacitado para realizar as mudanças que, mesmo dentro das circunstancias atuais, podem e deveriam ser realizadas. Este seu trabalhão te afasta a cada vez mais, dos votos e das pessoas que votam. Esta trocando a antiga popularidade pelo isolamento e afastamento das massas que mantém Parauapebas em movimento.

E o pior, sua imagem vai se desvinculando da imagem de sua empresa, você esta perdendo sua identidade popular e eleitoral. Quando acabar este governo, a situação terá mudando radicalmente para você, que é originalmente político. Uma antiga e consistente liderança a menos no jogo político de Parauapebas, como a Meire Vaz, Chico das Cortinas, Ex-vereador Walmir, Braga, Fenelon e tantos outros.

Como consultor político sei que esta na hora de mudar. Construir outra realidade e reconstruir, investir na reinvenção de seu eu político. A companhia das massas é que mantém o político em si, como Odilon, Faisal, Juca, etc. Descobri sua popularidade quando realizei a primeira pesquisa eleitoral em Parauapebas, quando ainda era seu contador. Era 1996, a campanha da Meire para prefeita. Descobri seu nome, do Jorge (Pit Dog),  Nei, Walmir (integral), no market share da população. Sempre soube do seu potencial e torci por você, pela sua integridade e caráter. Por favor saiba da hora de mudança, tens o poder, altere suas relações.

Não houve respostas. A resposta real o tempo trouxe e hoje, quem é o político Evaldo da Opção?

Como Evaldo temos várias outras personalidades que desaparecem, tais com Meire Vaz, Valmir (hoje no Detran) os primeiros vereadores do PT, Juca, Bel, Darci e tantos outros. Somem porque não tem projetos de médio, longo prazos. O triunfo de Valmir da Integral é oriundo de um plano antigo, suas ações foram direcionadas no longo prazo para o poder executivo. A política moderna precisa de projetos, como as empresas que planejam e projetam seu futuro, para sobreviverem. Mesmo sem cargos e dinheiro  público.
Somos a agencia de planejamento político de Parauapebas – Somos a EXCLUSIVA. Somos on demand!

terça-feira, 26 de junho de 2012

UMA CIDADE SEM POLITICOS


MOVIMENTO  DAS FORÇAS PARTIDÁRIAS E SOCIAIS
A cidade e comunidade política esta em revolução. Todas as correntes estão reagindo às possíveis alianças anunciadas, que, se por um lado, demonstra claramente o desespero do grupo que esta no poder, revela também e claramente a pasmaceira e a estupidez das tais correntes esclarecidas da cidade. Todos percebem agora, que esta política de alianças a qualquer custo para apoiar quem esta no poder não vale a pena. O que a cidade  ganha em evolução, crescimento sustentável e desenvolvimento, se todos estão do mesmo lado, ninguém enxergando alem?
Estamos a menos de 180 dias da nova legislatura e não temos ninguém a altura para desfazer o estrago que oito anos de Bel Mesquita mais oito anos de Darci Lermen causaram a nossa querida Parauapebas.
Quatro legislaturas de uma camara covarde, natimorta e oportunista, sem propostas ousadas ou inovadoras, apoiando apenas o capital em suas contas bancarias, fingindo não enxergar a cidade e seu desespero, permitindo absurdos e abusos de toda espécie contra a população. Um prefeito entrincheirado, consciente de suas falhas mas se agarrando a elas, distante das massas que seu partido diz representar.

UMA CIDADE DE POLITICOS ZUMBIS
Mesmo com a efervecencia atual, não podemos esquecer que não há diretórios ou partidos estabelecidos em Parauapebas. O que temos são grupos acomodados, que se reúnem a cada dois anos para a proposta de eleição dos mesmos. No intervalo das eleições não precisa procurar partidos, suas sedes. Alias, conforme diz Chico Brito, quando indagado por nos para saber onde encontrar os diretórios: não, quando se quer falar com DEM, liga-se para Magliano ou Avila. Quando se quer falar com PMDB, procura-se a Bel, o partido do Chico das Cortinas, qual é mesmo? Ah, liga para ele. Nem sequer na internet descobrimos onde os gatos se escondem fora as eleições. E estes homens falam em política e dizem fazer política. Na verdade são oportunistas transvertidos em políticos, haja visto a gestão administrativa da cidade ao longo destes vinte anos. Ou os desmandos e a roubalheria que toda a sociedade foi e é vítima, golpe a golpe perpetrados por estes lideres de ocasião.
Por se compor de gente trabalhadora, que espera algo deste pessoal, a sociedade não é mobilizada para cobranças. Basta olhar para os sindicatos, todos: são os mesmos diretores há 20 anos. Novidade na formação de lideres? O que é mesmo isto? Servem apenas os brancos, altos e sulistas. Não há lideres regionais, como não há lideranças partidárias. Os maiores exemplos, Bel e Faisal tem sua origem e sua manutenção cercadas de segredos e sigilos. Ao menos conseguiram transpor o curral local e serem nomeados em Belem e Brasilia. E só. Mesmo porque, apesar das fortes evidencias ninguém acusou Bel ou investigou com pericia suas contas. Não acredito que Darci e o PT  terão a mesma sorte. A própria sociedade, hoje mais madura, poderá se adiantar e  com a lei de transparência e as ONGS fiscalizadoras  que estamos criando, se tornará mais límpido.
Em 2009 visando apenas trabalho e sem nenhuma segunda intenção criamos os blogs dos vereadores. Um blog para cada um dos onze vereadores, para divulgarem seus trabalhos, comunicar com sua base e receber nossas propostas de trabalho que há cerca de seis anos fazemos a Camara Municipal. Foi apresentado em diversas situações a todos eles seus blogs, sendo colocado inclusive no painel da Camara os endereços. Proposta de manutenção foram encaminhadas e na pasmaceira desta gestão, nunca houve retorno ou negociação. Colocamos estes vereadores há três anos na internet, inclusive ranqueando seus nomes.  Nesta sexta feira fomos surpreendidos com uma convocação as pressas a Camara, gabinete do Miquinha. Não, na verdade era a corregedoria da Camara, autoritariamente, tentando nos intimidar: retirem as mentiras que foram contadas do blog dos vereadores. É isto ou a lei. Da medo pela ignorância e falta de tato destes procuradores. Não leram os blogs, a maior parte das postagens são informações sobre responsabilidade social e nossas  observações sobre governança.

AUDITORIA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS
A auditoria moderna possui técnicas interessantes na investigação dos fatos e atos contábeis. A verba publica de gabinete tem limitações quanto a seus gastos. Pagamento de salários a parentes, a amigos que devolvem parte dos ganhos, a notas fiscais frias para compor uma simples prestação de contas que mensalmente representa pouco, ao longo de quatro anos pode representar um valor expressivo, tudo isto são fatos contábeis, passiveis de escrituração e, conforme a solicitação da pericia ou auditoria, serem investigados, periciados ou auditados. Na técnica de auditar órgãos públicos, sempre se começa pelos gastos consumíveis, aqueles que perecem rapidamente: combustíveis, alimentos, passagens, material escritório, etc. As contas de qualquer órgão publico são como direitos trabalhistas: sempre tem erros, alguém sempre tentou ocultar algo, algum valor ou fez parte de um conchavo. Estas técnicas são ciência e estão a disposição da sociedade. Na CPI da Água (alguém ai lembra desta CPI?), nos, que fomos  responsáveis pela inicio da implantação sequer fomos convocados. Na armação do CPI do contrato de Assessoria Juridica, oferecemos subsídios técnicos aos vereadores da comissão e nem resposta tivemos. Estes vereadores e políticos partidários  sempre estiveram ao lado do poder executivo, ninguém jamais tomou quaisquer iniciativa de inibir Bel ou Darci nos seus desmandos tresloucados. Temos o que temos, somos o que somos ainda. Mais uma oportunidade de mudar tudo isto se configura. Mas quem é o eleito? Quem não esta ou esta minimamente comprometido com os capangas de sempre?

DESESPERO E TRAIÇÃO
Numa tarde de 2004, logo após a vitoria vermelha de Darci Lermen,  sacramentada nas urnas, recebi no meu escritório  parte da equipe de consultores, que iriam ao Panama, trabalhar nas eleições de certo candidato daquelas plagas. Tinham cumprido seu papel técnico com a derrota do grupo de Bel: Ora, perdemos esta eleição para equacionar as pressões na tese do governo amigo. Com três lideres lutando entre si, Meire Vaz, Faisal e a própria Bel, era muito dificil o grupo ter o poder pelos próximos vinte anos, conforme planejado. Dentro daquele contexto, era necessário entregar  o poder ao grupo de oposição, de forma negociada, para voltarem sem o estorvo dos lideres caroneiros. Então, preventivamente, costuraram um acordo com este grupo: dinheiro e suporte. Transferência de poder sem investigações ou acusações. Não  poderia haver tanto apoio ao PT naquele momento se todos estavam bebendo na fonte da prefeitura em oito anos de Bel. Como se deu todo aquele movimento? Todos ainda lembram do enorme volume de recursos gastos na campanha daquele que era ainda professor em Parauapebas. “vamos sair, resolver nossas diferenças internas e voltar mais fortes. O PT vai se enrolar, não sabem administrar mesmo”, palavras de um certo consultor.
E assim vimos o PT se enrolando. Primeiro quando após a vitoria espetacular, ele se retirou para descanso. Ora, não cabia descando naquele momento. A cidade estaa sucateada, nada funcionava a não ser as festas intermináveis da prefeita pop star. A situação da água, esgoto, saúde, transporte, infraestrutura de transito, vias publicas eram um caos, inadministráveis. As contas não estavam dentro das normas publicas, excessivo financiamento, sistema de internet inexistente, camara corrupta e pesada. Bel não sabia mais o que fazer, imobilizada pelas presenças fortes de Meire Vaz  e Faisal Salmen. Seu mentor estava cansado e haviam outros planos para ela em Brasilia. É assim. Os grupos de poder precisam se renovar, estabelecer raízes em todo  lugar. E Bel era uma luva, no deserto do PMDB paraense. Nas graças de  Jader, Bel, com sua forte presença, virou celebridade. Eleita com mais de quarenta mil votos, retirados do curral do Jader, caiu nas graças de sua esposa e após uma magistratura fraca, apagada e inútil, retorna duas vezes a Parauapebas: para ser candidata a prefeita, onde se  vê solitariamente sem recursos e seguramente amarrrada por acordos e depois a deputada estadual, quando tem menos votos, proporcionalmente,  que Rui Vassourinha. Vaga pela cidade até ser chamada para secretaria nacional de turismo. Resultado de seu trabalho em Brasilia e dos laços com Jader, Bel entra para o ministério mais enrolado de Brasilia. Com centenas de denuncias de corrupção, gestão fraudulenta, desvios de verbas, o Minsiterio do Turismo é um caso a parte em Brasilia. Em plena época de grandes eventos no pais, este minsiterio não mostra a que veio. Não se conhece um projeto nacional, uma estratégia política, social e econômica para o turismo nacional. Ninguém sabe o que faz uma secretaria nacional de turismo. É isto que da tempo a Bel Mesquita para fazer política em prol de Jader e do seu Pará. É este vazio na pasta de sercretaria nacional de turismo que a faz cair na sua própria armadilha: unir-se aos seus inimigos numa tentativa amalucada de voltar ao poder em Parauapebas. Estaria muito melhor vice de Valmir, Chico das Cortinas ou Rui Vassourinha. Bel esquece de quem a exconjuoru há apenas oito anos atrás. Mas acordos são acordos e agora é escancarado a sociedade a vilania deste partido e sua desenvoltura irresponsável para com todos os cidadãos de Parauapebas. Havia um acordo sim, há oito anos passados. Certametne houve apoio financeiro para garantir a transição. Uma passagem de poder combinada. Na verdade os novos executivos guarneciam os interesses de quem saia, se comprometendo  a devolver este poder quando no momento e tempo oportunos. Eis agora a msitica da junção Bel/Coutinho. Agora estão explicitas as razões de não ser o deputado estadual o candidato. Milton não aceitaria tal composição. Os petistas de verdade não podem e não vão aceitar tal composição. Esta união é um consenso dos poderosos e cegos. As massas não vão acompanhar esta loucura. É passar um cheque em branco a oposição, que deve agora materializar no vácuo de opções gerado. E o PT nem se reinventou, preferiu a acomodação das pesquisas.
Sinceramente não acredito que as massas engulam mais essa dos poderosos. Acredito com Fe, que não houve combinação com as massas e esta vai responder em outubro que não é besta, ou de manobra. Haverá um não a esta pantominia. Mas, ainda não sabemos quem são as massas.Na pressa, os gênios do PT não analisaram a queda de popularidade de Bel Mesquita em Parauapebas. Não tem mais força de chegada nem quem acredite a ponto de financiar uma campanha em seu nome. Não há grupos de atração em Paruaapebas sem dinheiro. Anos após ano, eleição após eleição Bel perde pontos e votos. A ponto de perder votos para o novato Rui Vassourinha. Não é mais líder regional, seu votos são elementos de pesquisa apenas, portanto contextual. Este abraço de morte do PT e PMDB poderia ter sido evitado. Mas insistem em não nos ouvir.
Veja algumas fotos da realidade de Parauapebas: